Celso de Mello retira sigilo do vídeo de reunião que Moro diz ser prova da interferência de Bolsonaro na PF

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta sexta-feira (22) a divulgação do vídeo da reunião ministerial de 22 de abril, cuja gravação foi apontada pelo ex-ministro Sergio Moro como prova na investigação de suposta interferência do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal. “Determino o levantamento da nota de sigilo imposta em despacho por mim proferido no…

Mello dá a PGR, governo e Moro 48 horas para dizer se aceitam divulgar vídeo de reunião

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, deu novo prazo de 48 horas para que Procuradoria Geral da República (PGR), Advocacia Geral da União (AGU) e Sergio Moro se manifestem sobre o sigilo da gravação da reunião ministerial na qual, segundo o ex-ministro, o presidente Jair Bolsonaro explicitou a interferência política na Polícia…

Celso de Mello dá 72h para Planalto entregar vídeo de reunião com ministros

Em despacho expedido às 22h30 desta terça-feira, o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou um prazo de 72 horas para a apresentação de uma cópia dos “registros audiovisuais” de uma reunião entre o presidente Jair Bolsonaro, ministros e presidentes de bancos públicos no Palácio do Planalto, realizada no último dia 22 de abril.…

Federalizar caso Marielle após citação a Bolsonaro será ‘remédio’, diz cúpula da PGR

Integrantes da cúpula da Procuradoria-Geral da República (PGR) afirmaram nesta quarta-feira (6) ao blog, de forma reservada, que federalizar o caso Marielle Franco será um “remédio processual” após a citação do presidente Jair Bolsonaro no caso. Reportagem do Jornal Nacional mostrou que um porteiro do condomínio contou à polícia que, horas antes do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista dela, Anderson…

Fachin nega dois pedidos de liberdade feitos por Eduardo Cunha

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou liminar em dois pedidos de liberdade feitos pela defesa do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB-RJ). Fachin disse não ver, nessa análise preliminar, “ilegalidade flagrante” nem “manifesto constrangimento ilegal”. Fachin também negou habeas corpus apresentados pela defesa de outro alvo da Lava-Jato: João Augusto Henriques, apontado como um dos operadores do…